quarta-feira, 11 de maio de 2016

Em busca do equilíbrio perdido

Sempre chega um momento em que a gente percebe que viver é um eterno equilibrar-se... Dá um trabalho...! Vamos nos conhecendo e entendendo aos poucos o que dá certo e o que não dá certo. Ajustamos uma coisa aqui e outra ali e a vida segue na eterna manutenção. Ufa! Ser humano é desafiador!
Ao mesmo tempo que isso nos incomoda, nos tranquiliza de certa maneira, por nos dar a certeza de que temos controle da maior parte dos aspectos envolvidos. Mas, também sentimos uma preguiça muito grande de assumir as rédeas e colocar disciplina de uma vez por todas nas nossas vidas, não é verdade? É necessário uma consciência muito grande de que somos nós os responsáveis pelo bem estar de tudo que nos constitui e da nossa relação com o que nos rodeia. Infelizmente, estar presente para isso não é o mesmo que estar disposto a essa atitude protagonista. Quem nunca sentiu aquela preguiça de resolver pendências terríveis que a gente olha e fica um tempão tentando ignorar?
O fato é que tudo que você não resolver, se resolverá mesmo assim e nem sempre o destino das coisas será aquele que você gostaria que fosse. E é por isso que a sua intervenção é indispensável para que o desfecho esteja alinhado com o que você planejou, entende? O que faz mais sentido para você: resolver tudo antes de perder o controle da situação ou depois de perdê-lo?  
Fazer gestão da própria vida é um excelente recurso de economia de energia, ganho de tempo e construção da "sensação de paz". Quanto maior a satisfação com o rumo das coisas, maior a sua vontade de continuar, maiores as realizações capazes de te trazer mais entusiasmo, mais realizações e mais satisfação...é um ciclo e isso é muito estimulante e transformador. A sua atitude pode mudar o destino das coisas, acredite!

Agora, convido você a pensar alguns minutos sobre o seu nível de satisfação com a sua vida hoje. Que tal aproveitar essa oportunidade?

De 0 a 10, que nota você daria para os aspectos relacionados abaixo?

1) Sua saúde financeira;
2) Sua vida profissional;
3) Sua relação com os seus amigos;
4) Sua relação com a sua família;
5) Seus momentos de lazer, descontração, relaxamento;
6) Suas atividades intelectuais, criativas, de aprendizado;
7) Sua saúde física;
8) Sua saúde mental;
9) Sua vida espiritual, religiosa, etc, algo que te conecte com a sua essência seja qual for a sua religião;
10) Sua vida afetiva, relacionamentos íntimos;

O que você considera que está bom? O que você considera que poderia ser melhor?
Se possível, pare agora para fazer essa análise e imagine como seria se você estivesse satisfeito com tudo o que estivesse acontecendo. O que estaria acontecendo para que você estivesse plenamente satisfeito?
De todos os aspectos citados, qual o que você acredita que seria o mais urgente a ser solucionado e que certamente te deixaria muito mais disposto a resolver os demais?
Agora, pense sobre o que você poderia fazer para resolver as pendências relacionadas a esse aspecto para que ele recebesse uma nota 10.
Comece resolvendo um deles e depois siga para o próximo, mais foco e menos pressa, todos nós sempre teremos algo para aprimorar. O importante é começar e persistir!
Inicie esse processo contínuo de equilíbrio da sua vida e perceba como as coisas começarão a fluir muito melhor! Se precisar de ajuda, agende uma sessão gratuita de coaching.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

O desafio de dizer NÃO

Uma vida de desculpas para não magoar as pessoas queridas e para não parecer alguém desagradável, tomando decisões que muitas vezes privilegiam outras pessoas e contradizem totalmente as suas próprias crenças e necessidades. Muitas angústias e arrependimentos gerados por não ter imposto sua opinião logo de cara e por não ter evitado toda essa perda de energia. Sensação de muitas realizações e pouca satisfação com todas elas.
Esse é um extrato de relatos muitos comuns em sessões de coaching, relatos de pessoas que conviviam de uma forma muito desconfortável com a dificuldade de dizer NÂO e que através de muito treinamento, conseguiram alcançar essa capacidade e mudar suas vidas . 
Essa palavrinha assim tão simples carrega um sofrimento enorme que permeia os comportamentos na vida e na carreira, dissipando potenciais dos envolvidos em todos os níveis. A incapacidade de dizer não compromete o desenvolvimento daquele que não diz e de todos aqueles que não ouvem. 
Cada vez que você diz sim a algo que te prejudica, você tira o seu foco daquilo que possivelmente seria capaz de trazer mais confiança em sí mesmo, mais paz interior, mais autoridade pública e mais amor próprio.
Percebe quantas coisas são anuladas por conta daquele NÃO que você teve na ponta da língua pra dizer, mas, não teve coragem de deixar sair da boca?
E o que dizer então das milhares de pessoas que por terem transferido para você as suas próprias questões, perderam a oportunidade de desenvolver competências pessoais para solucioná-las?
Cada não convicto guardado para sí é um acúmulo de toxinas e um desperdício de energia vital, energia essa que você acaba gastando fazendo o que não quer fazer e depois, em pensamentos de arrependimento por ter feito.
O ato de dizer o NÃO verbalmente acaba impactando gradativamente também o NÃO inconsciente à atração de pequenos desgostos e abusos do cotidiano e aos poucos a vida vai se tornando mais leve e menos sacrificante de ser vivida.
Mas, para dizer não a alguém é preciso elaborar esse não para que ele seja assertivo e fique bem distante do não antipático. É preciso que você dê plausibilidade ao não e fazer as pessoas entenderem que você está se negando a fazer algo por inviabilidade e não por má vontade, tem um motivo lógico para isso. Assim, o NÃO ficará cada vez mais natural na sua vida. 

Agora, responda mentalmente as questões abaixo, verifique se você é uma dessas pessoas que tem dificuldade em dizer NÃO e se prepare para dizer o NÃO de um jeito bem mais tranquilo e confiante:

1) Como você reage quando alguém te pede para fazer algo que você não quer ou não pode fazer?
2) Você responde NÃO às pessoas e informa o porquê do NÃO que você respondeu?
3) Você consegue dizer o NÃO, mas, fica tenso e nem consegue olhar direito pra pessoa?
4) Como seria se você dissesse NÃO a alguém com a mesma naturalidade que diz SIM?
5) Como seria dizer o NÃO e explicar porquê NÃO, apenas isso, sem usar a emoção, apenas a razão?
6) Você às vezes se sente culpado por dizer NÃO? Por quê?
7) Você acredita que merece fazer coisas que não gostaria de fazer só para agradar as pessoas que convivem com você? Se você disser NÃO a elas e depois explicar o motivo, o que vai acontecer?
8) Você acredita que as pessoas têm mais direito, menos tempo para fazer as coisas ou menos capacidade que você para fazer as coisas?
9) Você acredita que você é menos importante ou merecedor de fazer apenas o que gostaria de fazer do que as outras pessoas?

E para finalizar, pense a respeito da negociação do SIM. É isso mesmo, você precisa aprender a dizer NÃO consciente e SIM consciente.
A proposta não é sair por aí dizendo um NÃO revoltado para todo mundo a partir de agora. O que você precisa fazer é pesar bem os prós e contras de dizer qualquer coisa que seja e analisar profundamente os impactos das decisões na sua vida antes de se comprometer para poder minimizar os seus arrependimentos.
Exercitar as decisões conscientes é o grande desafio e talvez a única solução. Invista nesse exercício e se precisar de ajuda, agende uma sessão gratuita de coaching.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Armadilhas do Reconhecimento

Poucas coisas na vida são tão gostosas de ouvir quanto a palavra Parabéns! A gente se sente tão querido, não é mesmo? É muito bom saber que estamos alinhados com as expectativas das pessoas a nosso respeito.
A sensação agradável da concordância das pessoas em relação aos nossos atos nos enche de autoconfiança e faz com que tenhamos a certeza de que estamos caminhando na direção certa, aquela que nos trará os resultados mais positivos. Um tipo apaixonado de motivação aparece!
No entanto, condicionar todas as suas atitudes à paixão pela aceitação alheia pode ser uma terrível armadilha. A paixão às vezes confunde o propósito.
Muitas vezes, o reconhecimento do outro está alinhado com o que ele gostaria de ver acontecer no mundo dele e não necessariamente com o que você deveria estar fazendo para satisfazer as suas próprias necessidades e propósitos como o ser humano que você é, entende?
Boa parte da nossa vida realizamos algumas coisas para não decepcionar as pessoas que nos rodeiam. É mais difícil para algumas pessoas fazer coisas para satisfazer a elas mesmas de maneira congruente com suas próprias crenças e valores pessoais.
O reconhecimento vicia a nossa mente e o corpo, eles se enchem de orgulho e autoadmiração por agradar o outro e isso pode comprometer bastante a nossa capacidade de aprendizado e renovação. Além disso, nossa resistência às frustrações também diminui bastante com o vício de receber elogios. E além disso, depois da euforia de ser aceito, pode vir a angústia de não ter feito o que gostaria e sim o que agradaria o outro.
É claro que ser elogiado é importante para o direcionamento de nossas ações, mas, é fundamental manter-se focado no bem-estar coletivo para que haja a certeza de que o nosso contentamento frente ao reconhecimento não é decorrente apenas do nosso eu interior mimado e carente de atenção e sim, devido à consciência da contribuição do feito a todos aqueles que estão envolvidos na situação.
Percebe a diferença entre o reconhecimento do vício/paixão e o reconhecimento da relevância/contribuição?
Agora, desafio você a identificar qual o tipo de reconhecimento que está mais presente na sua vida hoje:
Você costuma ser elogiado pelas decisões que toma e as pessoas parabenizam você por isso? Você se sente orgulhoso ou envaidecido com o reconhecimento ou fica satisfeito por ter contribuído? Das coisas que você faz na vida hoje, quantas estão totalmente alinhadas com o que você acredita que pode te fazer feliz de verdade? Antes de tomar uma atitude na sua vida, você pensa bastante antes se o que você vai fazer vai agradar seus interlocutores ou pensa mais se vai te fazer feliz o que será feito?
Há alguns aspectos a serem considerados quando o assunto é o vício em reconhecimento.
É importante entender que a livre expressão humana é um direito de todos e isso implica errar eventualmente, inovar e até mesmo desagradar. E tudo bem! Quando o reconhecimento alheio começa a ser uma alavanca motivadora para as suas atitudes, atenção, ele geralmente começa também a ser um fator de insatisfação pessoal, vira uma obrigação ser bom e perfeito.
Para que você possa ficar cada vez mais atento ao impacto da presença do reconhecimento na sua vida, busque o autoconhecimento. Saber quem você é e o que realmente te move é a saída!
Se precisar de ajuda, agende uma sessão gratuita de coaching.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Resiliência

Diante dos desafios da vida, nem sempre é simples levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima, não é mesmo? As reações mais comuns e instintivas aos momentos de contrariedade são a negação, a revolta e o arrependimento. Esses são sentimentos paralisantes que nos estimulam a ficar presos no pensamento de derrotismo que nos incapacita para a continuidade da caminhada.
Algumas pessoas, ao contrário, recuperam-se com muito mais facilidade dos problemas da vida e frequentemente nos referimos a essas pessoas como "AS PESSOAS FORTES".
Mas, afinal, o que essas pessoas têm de diferente das outras? Essas pessoas, ainda que sejam desafiadas e até mesmo submetidas a condições muito desfavoráveis, reúnem forças extras e vencem a contrariedade. Como elas fazem isso? Elas se comprometem totalmente com seus objetivos e entendem que se fraquejarem, poderão arriscar a concretização de suas metas dando espaço às lamentações.
A capacidade de assumir essa postura indestrutível é algo muito especial, demonstra extrema autoconfiança e protagonismo, aspectos extremamente valorizados principalmente no ambito profissional. Trata-se de uma capacidade de transcender e se reinventar para continuar seguindo em frente; essa é a RESILIÊNCIA.
Ou seja, a resiliência é uma macrocompetência, que embarca uma série de conhecimentos, habilidades e atitudes essenciais ao indivíduo para que haja a construção de uma estratégia pessoal de retomada do estado básico de disponibilidade para agir com foco na solução, sem se deixar corromper pelos obstáculos entre o ponto de partida e o resultado esperado. A resiliência confere a recuperação das energias para que seja possível concluir tarefas e concretizar objetivos.
Você se considera resiliente? Quanto tempo você costuma demorar para se recuperar das frustrações do cotidiano? Depois de uma decepção, como você geralmente se comporta?
Nada contra sentir-se desconfortável de imediato com determinados acontecimentos, mas, sim contra cultivar essa postura como se fosse algo sagrado...sofrer em dobro não vai contar pontos para a solução do problema, pelo contrário.
Lembre-se sempre, quanto mais tempo você ficar parado pensando no que aconteceu do jeito errado, menos tempo da sua vida você poderá dedicar à criação das coisas que você gostaria que dessem certo.
Para poder prosseguir e aproveitar as oportunidades, você precisará perdoar o passado, ou seja, apenas entender que algo não deu certo e então, elaborar planos de melhoria. É impossível voltar no tempo. Por que você deve ocupar a sua mente e seus esforços com episódios que não permitem mais alterações? Por que lamentar-se durante tanto tempo por algo que você não pode mais mudar? Não vai adiantar ficar chorando o leite derramado por muito tempo.
Depois de entender e elaborar o plano de melhorias futuras, permita-se prosseguir, apenas prosseguir...e prosseguir... Apegar-se ao passado é o mesmo que retardar o futuro.
Convide a resiliência para fazer parte da sua vida e perceba a transformação imediata dos seus resultados. 

terça-feira, 15 de março de 2016

Aprenda com seus"chefes"





Essas pessoas que chamamos de "chefes" geralmente são aquelas que mais criticamos e toda essa resistência pode ser sinal de que há algo a ser aprendido nessa relação. O quê você acredita que poderia aprender com seus chefes?

Desde que o mundo é mundo as pessoas apresentam uma certa relação de amor e ódio com seus superiores hierárquicos.

O termo "chefe" já nem é mais muito utilizado nas empresas, agora essa figura é chamada de gestor, líder, orientador, etc, etc, etc, mas, não mudou muito o significado real dessas palavras... Ainda é muito presente o "manda quem pode e obedece quem tem juízo".

A verdade é que esse pensamento não é só do topo da pirâmida pra baixo, o que é mais curioso é que muitas vezes é mais da base para cima.

Por que isso acontece, você já parou pra pensar sobre isso?

Acontece porque ainda está muito presente nas equipes subordinadas a crença limitante de que alguém com um cargo acima do seu tem mais poder de influência em determinadas situações do que você mesmo teria. E os chefes também devem estar bem mais satisfeitos com suas vidas e carreiras, afinal, ganham mais do que você, não é mesmo?...

Será que isso é uma verdade absoluta? 

Decorrente dessa crença vem outra crença de que essa pessoa é menos humana que você e que certamente o seu mundo e o dela são muito diferentes. 

Um grande engano novamente. Os "chefes" tem tanto medo quanto você, tanta insegurança ou mais do que você tem. Ah! E mesmo sendo difícil aceitar isso, a maneira como se comportam com você (seja uma maneira boa ou ruim...), é em grande parte reflexo do modo como você se comporta com eles. Essa parte é bem dura, mas, é importante compreender isso. 

Quando você começa a enxergar o seu chefe como enxergaria as pessoas da sua família ou seus amigos, começa a entrar mais no mundo dele, entender mais porque para ele é tão importante agir como ele age. 

Os chefes também têm dúvidas e frustrações como você, também não sabem tudo. Dê a eles as suas sugestões e critique com respeito se for o caso, não tenha medo! Os chefes não são máquinas e fazem uso do mau humor sim; têm problemas em casa  e no trabalho também. Os chefes participam de reuniões que você não participa, sabem da estratégia que você talvez não saiba. Os chefes estão hoje onde você certamente estará amanhã. 

Entenda, eu não estou defendendo ninguém, apenas estou propondo um outro ponto de vista, ok! Não existem pessoas perfeitas...

Sejam eles boas ou más pessoas na sua visão, o fato é que você pode aprender coisas muito importantes com elas, tais como ser ou não ser como eles. Isso será uma decisão sua! Você os observa e tenta acertar amanhã por ter acompanhado a vivência deles e os resultados que obtiveram. 

Responda mentalmente agora;

1)  O que eu faria exatamente como meu (a) chefe faz e por quê eu faria?
2)  O que eu faria totalmente diferente do que ele (a) faz e por quê?
3) Se eu tivesse uma equipe, como eu gostaria que essas pessoas me ajudassem? O que eu esperaria delas?
4) O que eu poderia fazer a partir de amanhã para ter um relacionamento melhor com o meu (a) chefe?

Acredite, a sua mudança de comportamento impactará o comportamento de todas as pessoas que cruzarem o seu caminho. Tente isso antes de mudar de "chefe" e se não der certo, aceite e siga em busca de novos "chefes" que possam ensinar outras coisas pra você!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

A inteligência emocional pode salvar a sua carreira

Em toda a história da humanidade, muitas pessoas tecnicamente brilhantes perderam a razão durante situações de pressão e muitas pessoas nem tão brilhantes assim, surpreenderam por terem apresentado uma incrível serenidade e discernimento. Isso prova que a inteligência vai muito além da capacidade de absorver e utilizar conhecimentos clássicos. Hoje os estudos já comprovam que não há muita vantagem em conhecer tudo e todos e não conhecer a si mesmo.
Segundo o psicólogo Howard Gardner, o cientista das inteligências múltiplas, o ser humano tem pelo menos 7 tipos de inteligências clássicas tais como linguística, lógica, motora, espacial, musical, interpessoal e intrapessoal. Atualmente, sabe-se que além dessas, há também aquela que representa a habilidade que uma pessoa tem de perceber, entender, avaliar, administrar suas próprias emoções e as emoções dos outros de modo que esse conjunto de aspectos sejam considerados como critérios para fazermos quase tudo em nossas vidas. Ou seja, para usarmos todos os nossos outros recursos de inteligência com eficiência, precisamos estar conscientes de nossas motivações emocionais. Essa Inteligência Emocional, esclarecida por Daniel Goleman em seus livros sobre esse tema, integra a razão e a emoção, as competências emocionais pessoais e sociais de cada um de nós que nos permitem fazermos conexões com nossas próprias necessidades e objetivos, flexibilizando-os alternadamente diante das necessidades e objetivos dos outros. 
No ambiente de trabalho a Inteligência Emocional é ainda mais necessária porque é ela que vai reger as suas atitudes em conformidade com os seus objetivos profissionais. A maneira como encaramos as situações em nossas vidas determina nossas reações e nossos resultados. 
O tão almejado sucesso profissional é decorrente das nossas expectativas e capacidades combinadas com a confiança que nossos chefes e colegas depositam na gente. A confiança, por sua vez, é construída pela frequência de demonstrações positivas de nossa habilidade de equilibrar a razão e os fatores emocionais nossos e dos outros, principalmente quando tratamos de importantes momentos de tomada de decisão e solução de problemas.
O equilíbrio dessa expressão no ambiente organizacional transmite a todos uma sensação de elevação do nível de maturidade profissional do indivíduo, deixando clara a sua capacidade ou não de neutralizar o caos, a adversidade e a frustração de modo que isso não comprometa os seus resultados e nem os da organização. Quanto maior essa capacidade, maior a flexibilidade para atuação dentro da empresa.
Fortes instabilidades emocionais no ambiente de trabalho sempre chamam negativamente a atenção de todos, comprometem o clima organizacional e inibem a espontaneidade e exposição  dos talentos. A empresa perde muito por ter pessoas assim. As pessoas, perdem muitas oportunidades por serem assim.

Por tratar-se de um tema tão relevante, convido você agora a responder mentalmente às seguintes perguntas:

1) Você conhece pessoas com baixa Inteligência Emocional? O que elas fazem e como você se sente em relação a isso? 
2) Como anda a sua Inteligência Emocional ultimamente?
3) Você sabe lidar com as suas emoções? Quando as coisas acontecem de maneira diferente do que você gostaria que fossem, como você reage?
4) Você já conseguiu identificar suas forças e fraquezas? O quê mais te faz perder o controle emocional no trabalho?
5) Quais as vantagens e desvantagens das suas atitudes de hoje para a sua carreira no futuro?
6) O que você poderia fazer durante os próximos 15 dias para exercitar a sua Inteligência Emocional?

Tire um tempinho para responder e refletir sobre essas perguntas e elabore seus planos de transformação. Entenda que nunca é tarde demais para se tornar alguém melhor e se você nunca começar, nunca chegará lá! 
As nossas emoções podem ser grandes aliadas se decidirmos direcioná-las a favor de nossos objetivos.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Nunca paramos de aprender

Durante a trajetória de vida é natural que você em algum momento sinta que falta alguma coisa e queira novos desafios. Isso pode ser o início de um novo ciclo de desenvolvimento pessoal. Fique atento!
Geralmente quando estamos satisfeitos pessoal e profissionalmente nos sentimos extremamente motivados a realizar nossas tarefas e comprometidos com o propósito do que estamos fazendo. Isso nos mantém ocupados, alimentados e focados no alcance dos objetivos e cumprimento das metas.

Como mudamos diariamente, nos desenvolvemos como pessoas e nossos horizontes se abrem, nossas crenças, valores e anseios também se modificam em função das novas experiências e isso impacta em nossas vidas pessoais e profissionais. Aquilo que antes te completava, hoje pode não ser mais o suficiente para você. Na trajetória de vida é assim e na profissional também.

Com frequência, quando esse sentimento de "falta alguma coisa" começa a surgir em nossas vidas começamos um processo de certo sofrimento pessoal, como se fosse culpa nossa ter cansado do que tínhamos antes e ao mesmo tempo ficamos angustiados por não sabermos exatamente o quê devemos fazer daí em diante, ficamos com medo do desconhecido e contraditoriamente começamos a idealizar novos desafios. Começa a crise existencial.

Essa sensação nada mais é do que você começando a se incomodar com a sua "zona de conforto", você já domina aquele espaço e ele já até está ficando pequeno pra guardar tantas coisas novas na sua vida, você começa a precisar de mais espaço e então, começa a ter que lutar para conquistar mais para que a vida não se torne mecânica e continue a se renovar e te manter vivo, atualizado e atuante.

Ainda assim, por vezes sua mente e seu corpo entendem que será necessário um grande esforço para conquistar novos espaços, foco, dedicação, restrições e aí você começa a se cansar e se enganar, resolve que vai ficar assim mesmo como está e deixar pra lá essa coisa de buscar algo melhor. Você atrasa o processo de propósito e esconde a insatisfação, "vai levando" mais uns dias achando que vai esquecer que precisa de mais.

Até que um dia, não tem mais jeito, você já acumulou coisas demais e só há duas alternativas, desfazer-se do que já construiu ou ir em busca de mais espaço para ocupar com essas experiências a mais que já tem e as tantas outras que virão.

Como a nossa capacidade é infinita e é muito difícil desaprender algo, você se vê com menos uma alternativa e então, só resta ir adiante. Nesse momento, um novo propósito é traçado e você inicia mais uma jornada de aprendizados que preencherão esse novo espaço conquistado.

E isso por um tempo vai te trazer de volta aquela satisfação que você tinha antes ou até mais profunda, quem sabe... E em seguida, novos espaços deverão ser conquistados novamente.

A vida é assim, cíclica e que bom que a gente pode se renovar!

O processo de Coaching pode acelerar esse período de buscas de novos espaços. Pesquise e reflita a respeito desse poderoso acelerador de aprendizado para geração de resultados.